terça-feira, 28 de março de 2017

32º Bienal de São Paulo - Incerteza Viva - Intinerância Palácio das Artes em Belo Horizonte


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32º Bienal de São Paulo, exposição Palácio das Artes 
Fonte: Fundação Clóvis Salgado
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 A 32º Bienal de São Paulo -Incerteza Viva- apresentou algumas obras bem interessantes, como é o caso da exposição de Wilma Martins que apresenta a ideia de como as coisas podem fugir do nosso controle e como a natureza pode entrar sempre em locais que deveriam ser parecidos com algo limpo,  estéril. Como gavetas que podem virar uma floresta ou quadros que com algumas intervenções podem se tornar um deserto de areia em plena área de construção civil. Essa amostra específica demonstra como o espaço não pode ser limitado a algo temporal, não é uma linha eterna, deve ser sempre pensado, analisado e vivenciado como algo constante e em eterna criação.  






Resultado de imagem para o peixe jonathas de andradeOutra exposição que me chamou bastante atenção foi o filme o peixe  de Jonathas de Andrade, esse retrata alguns pescadores de Alagoas que pescam com materiais tradicionais entretanto, eles tratam cada peixe como se fossem um ser que na hora da morte necessita de alento. Essa é uma visão bem interessante, pois creio que eles consideram o peixe como um ser humano e demonstram por suas expressões o quanto aquela situação pode se tornar dolorosa e que o pescador tem realmente uma intenção com aquela situação, que ele tenta acalmar o peixe. Por outro lado é notável o desespero do peixe em tentar lutar de toda forma possível para viver se mexendo a todo momento e quer se libertar daquele abraço que lhe proporciona uma troca de temperatura que não está acostumado. O vídeo é bem pesado e passa uma sensação bem intenção de peso, morte e consciência de todo o processo.




domingo, 26 de março de 2017

Crítica ao croqui

O croqui, da estudante Beatriz Ferreira de Abreu, representa uma das áreas internas da Escola de Arquitetura e Design da UFMG e é uma perspectiva de um ponto de fuga. O que mais me chamou a atenção no desenho foi a preocupação com a questão da profundidade do elemento e mesmo não tendo um traço firme e reto conseguiu seu intento de forma convincente. O espaço foi bem aplicado e foi possível ver que teve um engradamento correto. O desenho tem um peso favorável, e é interessante que ela não especificou apenas a área do EAD, os prédios atrás que também aparecem foram retratados e com isso foi possível ter uma ideia melhor de direcionamento. O que mais me incomodou foi que os traços tem aparentemente a mesma espessura não sendo possível diferenciar o que é estrutural e o que não é.


segunda-feira, 20 de março de 2017

Objetos Interativos - A rede

O que eu levei: Potinho com origamis de estrelas coloridas
Conexões:  Sapatilha de Ballet da Letícia  e filtro dos sonhos da Laura

domingo, 19 de março de 2017

Diferença entre moda e arquitetura

Embora a arquitetura e a moda tenham diversos pontos em comum; como a função para se proteger das intempéries da natureza, distinção social e adequação a grupos, elas ainda se diferenciam por seu uso no espaço e tempo. Enquanto a moda está para aumentar os estímulos, conectando cores e pessoas as suas tribos, e como essas são muitas, criando um caos de cor e vibrações nas ruas , a arquitetura está ai para contrapor esse ponto, criando ambiente neutros para uso comum, ou vibrantes para que cada pessoa se sinta confortável e longe de estresses dentro de suas próprias casas. A bem dizer, as duas contribuem em medidas bem próximas para o conforto e adequação a espaço das pessoas. Contudo, a moda está em eterna mudança de estilos, paletas e acessórios como é visto nos progressivos desfiles de outono/inverno e primavera/verão enquanto,  a arquitetura está para ser mais durável e permanente, com o uso de arcos e colunas que são reinventadas em cada época.

sábado, 18 de março de 2017

Aula 1 - parágrafo sobre o texto "Animação Cultural" de Vilém Flusser

Uma abordagem que ocorreu no texto foi a supremacia do objeto como algo que faz a existência animada do homem como possível entretanto, a ultra valorização do não animado ocasiona a atrofia da racionalidade, e restringe o ser a reproduzir apenas o que é preexistente . Embora, a dependência dos objetos seja algo inegável, a necessidade do seu uso como predeterminante para a felicidade dos Homo sapiens, é algo a ser considerado com radical e poderia ser classificado como falácia já que para dar veracidade a essa informação foi usado um argumento de autoridade , a alusão a Declaração dos Direitos Humanos. Ainda sim, um dos argumentos usados pela mesa, foi que os instrumentos são os responsáveis pela animação cultural, o que gera um paradoxo já que a cultura é algo intrínseco a humanidade, e que ela dificilmente possa entrar em círculo fechado de concepções, pois tanto as artes quanto qualquer outro aspecto das sociedades são mutáveis e como mutáveis ela são concebidas apenas pelas reações químicas que ocorrem no cérebro humano em diálogo com outros seres animados. Logo, por mais que as coisas inanimadas façam parte do dia a dia, elas dificilmente poderiam estar como peças centrais do cotidiano, pois o seu papel é figurativo e elas estão para auxiliar as pessoas.